sábado, 23 de dezembro de 2017

Pesquisas Inúteis

Eu encontrei duas pesquisas inglesas:

1ª. Entrevistou 2.180 pessoas. Foi bancada pela Superdrug e foi feita em 2016, em 10 países. Diz que os homens têm a média de 6,4 parceiras e que as mulheres têm a média de 7 parceiros.

2ª. Entrevistou mais de 317 mil pessoas. Foi bancada pela Durex e foi feita em 2005, em 41 países. Diz que os homens têm a média de 10,2 parceiras e que as mulheres têm a média 6,9 parceiros.

Eu não tenho dinheiro nem para fazer um protótipo de uma invenção minha e tem jumento tendo dinheiro para fazer pesquisa inútil.

Numa ilha tem 12 homens e 10 mulheres. Um homem transa com 9 mulheres, depois outro homem transa com as mesmas 9 mulheres. Os homens vão ter 18 parceiras e as mulheres vão ter 18 parceiros.

NPH = 9 + 9 + 0 + 0 + 0 + 0 + 0 + 0 + 0 + 0 + 0 + 0

NPM = 2 + 2 + 2 + 2 + 2 + 2 + 2 + 2 + 2 + 0

O número de parceiras dos homens vai ser sempre igual ao número de parceiros das mulheres.

NPH = Número de parceiras dos homens

NPM = Número de parceiros das mulheres

NPH = NPM

NCHD = Número de casais heterossexuais diferentes a fazerem sexo

NCHD = NPH = NPM

Para determinar se os homens ou as mulheres vão ter a média maior, não importa com quantas pessoas os homens e as mulheres transam, só importa o número de homens e de mulheres.

NH = Número de homens

NM = Número de mulheres

MPH = Média de parceiras dos homens

MPM = Média de parceiros das mulheres

MPH = NCHD / NH

MPM = NCHD / NM

Se ter mais homens que mulheres, então as mulheres vão ter a média de parceiros maior. Se ter mais mulheres que homens, então os homens vão ter a média de parceiras maior.

Não tem sentindo em fazer uma pesquisa para calcular qual gênero tem a maior média de parceiros.

Vamos voltar para a ilha.

MPH = 18 / 12

MPH = 1,5

Na ilha, os homens vão ter a média de 1,5 parceiras.

Na ilha, tem 20% a mais de homens do que mulheres. As mulheres vão ter a média de parceiros 20% maior que a dos homens.

MPM = 18 / 10

MPM = 1,8

A proporção populacional entre o gênero com maior número de pessoas para o gênero com menor número de pessoas, vai ser igual a proporção entre a média de parceiros do sexo oposto do gênero com o menor número de pessoas para a média de parceiros do sexo oposto do gênero com o maior número de pessoas.

NH / NM = MPM / MPH

12 / 10 = 1,8 / 1,5

1,2 = 1,2

Um país fechado tem 220 mil pessoas, 120 mil homens e 100 mil mulheres. Ocorreu sexo entre 840 mil casais heterossexuais diferentes. Os homens vão ter a média de 7 parceiras e as mulheres vão ter a média de 8,4 parceiros. Nesse país tem 20% a mais de homens do que mulheres. As mulheres vão ter a média de parceiros 20% maior do que a dos homens.


Essas pesquisas além de serem inúteis, estão erradas.

A primeira pesquisa diz que as mulheres têm a média de 0,6 parceiros do sexo oposto a mais do que a dos homens. Isso é 9,37% a mais de parceiros.

Para as mulheres terem a média de parceiros do sexo oposto 9,37% maior que a dos homens nesses países, precisaria ter 9,37% a mais de homens do que mulheres.

Essa pesquisa foi feita:

Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, EUA, França, Holanda, Itália, Portugal e Reino Unido.

Vamos calcular a razão entre homens e mulheres nesses países.

País
População
Homens
Mulheres
Razão
Alemanha
82.667.685
40.683.679
41.984.006
0,969
Áustria
8.747.358
4.285.735
4.461.623
0,960
Bélgica
11.348.159
5.585.783
5.762.376
0,969
Espanha
46.443.959
22.776.443
23.667.516
0,962
EUA
323.127.513
159.894.419
163.233.094
0,979
França
66.896.109
32.880.918
34.015.191
0,966
Holanda
17.018.408
8.463.503
8.554.905
0,989
Itália
60.600.590
29.513.776
31.086.814
0,949
Portugal
10.324.611
4.887.449
5.437.162
0,898
Reino Unido
65.637.239
32.368.558
33.268.681
0,972
Total
692.811.631
341.340.263
351.471.368
0,971

Eu peguei a população e o número de homens e de mulheres de 2016 do Banco Mundial.

A razão entre homens e mulheres é 0,971.

Nesses países têm 102,96 mulheres para 100 homens. Isso é 2,96% a mais de mulheres do que homens.

O resultado da pesquisa é que as mulheres têm a média de parceiros do sexo oposto 9,37% maior que a dos homens.

O resultado certo é que os homens têm a média de parceiros do sexo oposto 2,96% maior que a das mulheres.

A segunda pesquisa diz que os homens têm a média de 3,3 parceiros do sexo oposto a mais do que a das mulheres. Isso é 47% a mais de parceiros.

Para os homens terem a média de parceiros do sexo oposto 47% maior do que a das mulheres nesses países, precisaria ter 47% a mais de mulheres do que homens.

Essa pesquisa foi feita:

África do Sul, Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Bulgária, Canadá, Chile, China, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, EUA, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hong Kong, Índia, Indonésia, Irlanda, Islândia, Israel, Itália, Japão, Malásia, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Servia e Montenegro, Singapura, Suécia, Suíça, Tailândia, Taiwan, Turquia e Vietnã.

Em 2005, no mundo 50,381% da população era homens e 49,619% era mulheres. Isso é 1,53% a mais de homens do que mulheres.

Em 2005, o país que mais tinha mulheres para homens era a Letônia. Na Letônia 45,848% da população era homens e 54,152% era mulheres. Isso é 18,11% a mais de mulheres do que homens.

Nenhum país tinha mais de 20% a mais de mulheres do que homens.

Se nenhum país tinha mais de 20% a mais de mulheres do que homens, então não tinha como os países em que essa pesquisa foi feita, terem 47% a mais de mulheres do que homens.

Vamos calcular a razão entre homens e mulheres nesses países.

País
População
Homens
Mulheres
Razão
África do Sul
48.820.586
23.960.660,000
24.859.926,000
0,964
Alemanha
82.469.422
40.298.252,000
42.171.170,000
0,956
Austrália
20.394.800
10.178.569,000
10.216.231,000
0,996
Áustria
8.227.829
3.999.505,000
4.228.324,000
0,946
Bélgica
10.478.617
5.140.743,000
5.337.874,000
0,963
Bulgária
7.658.972
3.726.978,000
3.931.994,000
0,948
Canadá
32.312.000
16.018.324,000
16.293.676,000
0,983
Chile
16.147.064
7.987.253,000
8.159.811,000
0,979
China
1.303.720.000
670.338.757,000
633.381.243,000
1,058
Croácia
4.442.000
2.139.195,000
2.302.805,000
0,929
Dinamarca
5.419.432
2.684.203,000
2.735.229,000
0,981
Eslováquia
5.372.807
2.604.797,000
2.768.010,000
0,941
Espanha
43.653.155
21.530.626,000
22.122.529,000
0,973
EUA
295.516.599
145.822.985,000
149.693.614,000
0,974
Finlândia
5.246.096
2.567.723,000
2.678.373,000
0,959
França
63.179.351
30.994.423,000
32.184.928,000
0,963
Grécia
10.987.314
5.440.414,000
5.546.900,000
0,981
Holanda
16.319.868
8.092.628,000
8.227.240,000
0,984
Hong Kong
6.813.200
3.268.969,000
3.544.231,000
0,922
Índia
1.144.118.674
593.062.003,000
551.056.671,000
1,076
Indonésia
226.712.730
113.821.014,000
112.891.716,000
1,008
Irlanda
4.159.914
2.077.831
2.082.083
0,998
Islândia
296.734
148.787
147.947
1,006
Israel
6.930.100
3.418.710
3.511.390
0,974
Itália
57.969.484
28.203.841
29.765.643
0,948
Japão
127.773.000
62.614.707
65.158.293
0,961
Malásia
25.659.393
13.148.878
12.510.515
1,051
Noruega
4.623.291
2.293.747
2.329.544
0,985
Nova Zelândia
4.133.900
2.025.036
2.108.864
0,960
Polônia
38.165.445
18.478.569
19.686.876
0,939
Portugal
10.503.330
5.079.962
5.423.368
0,937
Reino Unido
60.401.206
29.570.557
30.830.649
0,959
República Checa
10.211.216
4.973.660
5.237.556
0,950
Singapura
4.265.762
2.117.167
2.148.595
0,985
Suécia
9.029.572
4.477.600
4.551.972
0,984
Suíça
7.437.115
3.640.276
3.796.839
0,959
Tailândia
65.425.470
32.177.316
33.248.154
0,968
Turquia
67.903.406
33.419.567
34.483.839
0,969
Vietnã
84.308.843
41.521.821
42.787.022
0,970
Total
3.947.207.697
2.003.066.053
1.944.141.644
1,030

Eu peguei a população e o número de homens e de mulheres de 2005 do Banco Mundial. 

Eu não coloquei Servia e Montenegro e Taiwan porque não tem no Banco Mundial. 

A razão entre homens e mulheres é 1,030. 

Nesses países têm 103,03 homens para 100 mulheres. Isso é 3,03% a mais de homens do que mulheres. 

O resultado da pesquisa é que os homens têm a média de parceiros do sexo oposto 47% maior que a das mulheres.

O resultado certo é que as mulheres têm a média de parceiros do sexo oposto 3,03% maior que a dos homens.


Em um país, o número de parceiras dos homens pode ser diferente do número de parceiros das mulheres.

Se um homem sai da ilha 1 e vai para a ilha 2 e transa com uma mulher e volta para a ilha 1, então na ilha 1, os homens vão ter o número de parceiros do sexo oposto com 1 a mais do que o número das mulheres, e na ilha 2, as mulheres vão ter o número de parceiros do sexo oposto com 1 a mais do que o número dos homens.

Se somarmos o número de parceiras dos homens das duas ilhas e o número de parceiros das mulheres das duas ilhas, o número de parceiras dos homens será o mesmo que o número de parceiros das mulheres.

Mesmo se considerarmos o sexo entre pessoas de dois países, ainda não justificaria essa diferença do resultado da pesquisa para o resultado indicado pela proporção populacional de um gênero para o outro.

A primeira pesquisa diz que as mulheres têm a média de parceiros do sexo oposto 9,37% maior que a dos homens enquanto que a proporção populacional desses países indica que os homens têm a média de parceiros do sexo oposto 2,96% maior que a das mulheres. Se os homens têm a média de 6,4 parceiras, as mulheres deveriam ter a média de 6,22 parceiros, mas a pesquisa diz que as mulheres têm a média de 7 parceiros. Isso dá uma diferença de 0,78 parceiros.

A segunda pesquisa diz que os homens têm a média de parceiros do sexo oposto 47% maior que a das mulheres enquanto que a proporção populacional desses países indica que as mulheres têm a média de parceiros do sexo oposto 3,03% maior que a dos homens. Se as mulheres têm a média de 6,9 parceiros, os homens deveriam ter a média de 6,7 parceiras, mas a pesquisa diz que os homens têm a média de 10,2 parceiras. Isso dá uma diferença de 3,5 parceiros.

Para que a primeira pesquisa ficasse certa, precisaria que quase todas as mulheres dos países em que foi feita essa pesquisa, fossem para países que ficaram de fora dessa pesquisa e transassem com uma pessoa do sexo oposto, e que nenhum homem desses países fizessem o mesmo, ou outra variação equivalente a isso.

Para que a segunda pesquisa ficasse certa, precisaria que todos os homens dos países em que foi feita essa pesquisa, fossem para países que ficaram de fora dessa pesquisa e transassem com mais de três pessoas do sexo oposto, e que nenhuma mulher desses países fizesse o mesmo, ou outra variação equivalente a isso.

Eu não sei a quantidade de vezes que as pessoas desses países transam com uma pessoa do sexo oposto de outro país e a diferença de que os homens e as mulheres fazem isso, mas eu tenho certeza que a quantidade e a diferença não são tão grandes quanto o necessário para justificar os resultados dessas duas pesquisas.


A imigração também pode fazer com que o número de parceiras dos homens seja diferente do número de parceiros das mulheres em um país.

Mesmo se considerarmos a imigração, ainda não justificaria essa diferença do resultado da pesquisa para o resultado indicado pela proporção populacional de um gênero para o outro.

Não vai dar para eu calcular a porcentagem de imigrantes no ano que foi feita a primeira pesquisa, porque no Banco Mundial não tem o número de imigrantes de 2016.

No ano que foi feita a segunda pesquisa tem.

Será que a imigração justifica o resultado da segunda pesquisa?

Vamos calcular a porcentagem de imigrantes nesses países.

País
População
Imigrantes
Porcentagem
África do Sul
48.820.586
1.210.936
2,5
Alemanha
82.469.422
10.299.160
12,7
Austrália
20.394.800
4.878.030
24,1
Áustria
8.227.829
1.136.270
13,8
Bélgica
10.478.617
870.862
8,2
Bulgária
7.658.972
61.074
0,8
Canadá
32.312.000
6.078.985
18,8
Chile
16.147.064
273.384
1,7
China
1.303.720.000
678.947
0,1
Croácia
4.442.000
579.273
13,2
Dinamarca
5.419.432
440.383
8,1
Eslováquia
5.372.807
130.491
2,4
Espanha
43.653.155
4.107.226
9,4
EUA
295.516.599
39.258.293
13,3
Finlândia
5.246.096
192.169
3,7
França
63.179.351
6.737.600
11
Grécia
10.987.314
1.190.707
10,8
Holanda
16.319.868
1.736.127
10,6
Hong Kong
6.813.200
2.721.235
39,8
Índia
1.144.118.674
5.923.642
0,5
Indonésia
226.712.730
289.568
0,1
Irlanda
4.159.914
589.046
14
Islândia
296.734
25.492
8,6
Israel
6.930.100
1.889.503
28,6
Itália
57.969.484
3.954.790
6,7
Japão
127.773.000
2.012.916
1,6
Malásia
25.659.393
1.722.344
6,7
Noruega
4.623.291
361.144
7,8
Nova Zelândia
4.133.900
839.952
20,3
Polônia
38.165.445
722.509
1,9
Portugal
10.503.330
771.184
7,4
Reino Unido
60.401.206
5.926.156
9,8
República Checa
10.211.216
322.540
3,2
Singapura
4.265.762
1.710.594
38,1
Suécia
9.029.572
1.125.790
12,5
Suíça
7.437.115
1.805.437
24,4
Tailândia
65.425.470
2.163.447
3,3
Turquia
67.903.406
1.319.236
1,9
Vietnã
84.308.843
51.768
0,1
Total
3.947.207.697
116.108.210
2,9

Eu peguei a população, o número de imigrantes e a porcentagem de imigrantes de 2005 do Banco Mundial.

Nesses países os imigrantes são 2,9% da população.

Para que os imigrantes tivessem feito com que a média de parceiras dos homens desses países tivesse ido de 6,7 para 10,2 e que a média de parceiros das mulheres mantivesse em 6,9, precisaria que 100% desses imigrantes tivessem vindo de países que ficaram de fora dessa pesquisa e que, antes de migrarem, os homens tivessem a média de 127,38 parceiras e as mulheres tivessem a média de 6,9 parceiros.


Sabe qual é o nome dessa pesquisa e o que ela se propõe?

O nome dela é Global Survey Sex e ela se propõe a dizer a média de parceiras dos homens e a média de parceiros das mulheres no mundo.

Em 2005, no mundo tinha 1,53% a mais de homens do que mulheres.

Se no mundo tinha 1,53% a mais de homens do que mulheres, então a média de parceiros do sexo oposto das mulheres era 1,53% maior do que a dos homens.

Do primeiro ano que tem registro no Banco Mundial até o ano que foi feita essa pesquisa, o ano que a população teve a menor porcentagem de homens, foi 1960.

Em 1960, no mundo 50,015% da população era homens e 49,985% era mulheres. Isso é 0,06% a mais de homens.

O sexo e a migração entre pessoas de dois países, não afetam as médias de parceiros do sexo oposto no mundo.

Para que essa pesquisa estivesse certa, precisaria que bilhões de reptilianos tivessem vindo no mundo vestidos de mulher, tivessem transado com homens e tivessem ido embora antes dessa pesquisa ser feita.


Essa pesquisa ainda diz que os homens tinham a média de 104 transas por ano e que as mulheres tinham a média de 101 transas por ano. Isso é 2,97% a mais de transas.

O que eu escrevi sobre as médias de parceiros, vale também para as médias de transas.

Mesmo se considerarmos as transas homossexuais, ainda não justificaria essa diferença do resultado da pesquisa para o resultado indicado pela proporção populacional de um gênero para o outro.

Se as mulheres tinham a média de 101 transas por ano, os homens deveriam ter a média de 99,47 transas por ano.

Para que os homens tivessem a média de 104 transas por ano e que as mulheres tivessem a média de 101 transas por ano, precisaria que a média de transas homossexuais dos homens gays e bissexuais fosse muito maior do que a média de transas heterossexuais das pessoas heterossexuais e bissexuais e a média de transas homossexuais das mulheres lésbicas e bissexuais.

Essas pesquisas são ridículas.

O Surto do Autismo

A inseminação aumenta o número de pessoas com doenças genéticas de 2 formas:

Fazendo com que pessoas tenham filhos com parentes sem saber e fazendo com que pessoas com doenças genéticas raras, tenham dezenas de filhos.


Basta que algumas pessoas com uma doença genética rara, tenham dezenas de filhos, para que essa doença genética rara, deixe de ser tão rara.

Tem doenças genéticas raras que atingem 1 a cada 100 mil pessoas. Uma doença dessa atinge 100 pessoas em um país que tem 10 milhões de habitantes.

Se nesse país 3 pessoas venderem esperma 30 vezes e se 50% dos filhos dessas pessoas, terem essa doença, então terá um aumento de 45% de pessoas com essa doença.

Depois que as clínicas de inseminação se popularizaram, houve um aumento no número de pessoas com doenças genéticas. Isso não é uma coincidência.


O autismo é uma doença hereditária.

Em 1975, uma a cada 5.000 crianças era diagnosticada com autismo nos EUA.

Em 1985, uma a cada 2.500 crianças.

Em 1995, uma a cada 500 crianças.

Em 2000, uma a cada 150 crianças.

Em 2002, uma a cada 150 crianças.

Em 2004, uma a cada 125 crianças.

Em 2006, uma a cada 110 crianças.

Em 2008, uma a cada 88 crianças.

Em 2010, uma a cada 68 crianças.

Em 2012, uma a cada 68 crianças.

Em 2014, uma a cada 45 crianças.


Nos EUA, de 1975 a 2014, mais de 100 vezes mais crianças proporcionalmente passaram a serem diagnosticadas com autismo.


Um relatório feito nos EUA, disse que tem uma maior porcentagem de crianças brancas com autismo do que crianças negras e que tem uma maior porcentagem de crianças negras com autismo do que crianças hispânicas.

Nos EUA, as mulheres brancas fazem mais inseminação que as negras e as mulheres negras fazem mais inseminação que as hispânicas. Coincidência?


Uma pesquisa nos EUA, disse que 2,5 de 1000 crianças, filhos de mães que não têm o ensino médio, têm autismo, e que 6,1 de 1000 crianças, filhos de mães que têm um bacharel, têm autismo.

Especialistas dizem que isso é porque mulheres de baixa renda cuidam pouco dos filhos, não dando para os médicos identificarem a doença.

Isso não passa de um palpite deles.

Nos EUA, as mulheres de alta renda fazem mais inseminação. Coincidência?


A inseminação começou a ser feita em muitas pessoas em 1979. Foi mostrado o início o surto que continua até hoje, na porcentagem de crianças com autismo, no primeiro levantamento feito depois que a inseminação começou a ser feita em muitas pessoas. Coincidência?


Em 1988, é lançado o filme “Rain Man”.

Em 1993, é lançado o filme “Made in America”.

O cinema retrata o que está tendo destaque na sociedade. Foi lançado o filme sobre o autismo porque muitas crianças estavam sendo diagnosticadas com autismo e foi lançado o filme sobre a inseminação porque muitas mulheres estavam fazendo inseminação. Não é uma coincidência ser lançado o filme sobre o autismo quase ao mesmo tempo em que é lançado o filme sobre a inseminação.


Mais mulheres brancas fazem inseminação. Mais crianças brancas têm autismo.

Mais mulheres ricas fazem inseminação. Mais crianças ricas têm autismo.

Há um crescimento do autismo desde 1985. Uns especialistas culpam os alimentos inorgânicos, a obesidade materna, os pesticidas, as vacinas, o uso de álcool, cigarro, medicações e outras substâncias na gravidez, e a cessaria, e outros consideram um mistério.


Em 1965, 42% dos adultos fumavam nos EUA.

Em 2013, 17,8% dos adultos fumavam.

Nos EUA, de 1965 a 2013, diminuiu a porcentagem de fumantes.

Nos países desenvolvidos mais crianças têm autismo e nos países emergentes mais pessoas fumam.


O uso de cigarro na gravidez, não é o culpado do aumento da porcentagem de crianças com autismo.

1º. Nos EUA, a porcentagem de fumantes caiu enquanto a porcentagem de crianças com autismo subiu. Nos países em que as pessoas mais fumam, menos crianças têm autismo.

2º. Não provaram nenhuma relação entre o uso de cigarro na gravidez e o autismo.

Isso é para você entender que esses especialistas não sabem de nada.

Eu nem preciso mostrar que as outras coisas que eles culpam, também não causam o autismo, porque primeiro eles têm que provar que essas coisas causam o autismo ou que essas coisas contribuem para o crescimento da porcentagem de crianças com autismo, e depois eles têm que mostrar uma relação entre o crescimento dessas coisas com o crescimento do autismo, como eu fiz com a inseminação.


Sabe o que é muito mais feito nos países desenvolvidos do que nos outros países?

A inseminação. Coincidência? Não.


Uma cidade tem um milhão de pessoas e tem 10 pessoas com uma doença rara.

Nasce 10 mil pessoas por ano. Dessas 10 mil, 200 são pela inseminação.

Se 100% dos homens que venderam esperma, não tiverem filhos com essa doença, a cidade vai continuar tendo a mesma porcentagem de pessoas com essa doença.

Se um homem que vendeu esperma 1 vez, ter filhos com essa doença, a cidade vai ter um aumento de 10% de pessoas com essa doença. Se um homem que vendeu esperma 10 vezes, ter filhos com essa doença, a cidade vai ter um aumento de 100% de pessoas com essa doença.

Não tem como saber se uma pessoa terá filhos com autismo ou não e não tem como saber se uma pessoa saudável terá doenças genéticas ou terá filhos com doenças genéticas.

O histórico familiar não é o bastante porque o avô e o pai do vendedor de esperma, podem ter morrido antes de ter a doença, ou a doença pode ter pulado eles.

Todo ano é como se jogassem dados e torcessem para que todas as pessoas que vendem esperma, tenham condições genéticas ótimas.

A inseminação atrapalha o equilíbrio com a tendência de piorar as coisas.


A inseminação provavelmente não é a única culpada pelo crescimento do autismo, mas é inegável que ela contribui com isso.

Os países desenvolvidos têm maiores porcentagens de pessoas com doenças genéticas. Eu poderia citar dezenas de outras doenças genéticas que atingem maiores porcentagens de pessoas nos países desenvolvidos do que nos outros países. Para não ficar repetitivo, eu não vou fazer isso.


“É melhor correr o risco de salvar um culpado do que condenar um inocente.”

Voltaire

Eu acredito que se ele soubesse que hoje, crianças inocentes estariam sendo condenadas a penas perpétuas em prisões piores do que as de concreto, os seus próprios corpos, não em prol de fazer justiça à uma vítima, mas em consequência de uma futilidade que suas avós fizeram, ele diria:

“É melhor negar a inseminação à todas as mulheres do que arriscar que uma única criança nunca ande e nunca fale.”

Há um século atrás, as pessoas estavam discutindo se era ético ou não fazer inseminação em animais.

Hoje, chegamos a um ponto em que existe até mercado de esperma humano.